quinta-feira, 5 de maio de 2011

Águas futuras


por Cadidja Stringhini



O Canal do Panamá é o principal centro de ligação entre os oceanos Atlântico e Pacífico. Foi inaugurado em 1914 com o intuito de ser o principal comércio entre as Américas. O canal está passando por uma reforma desde o ano de 1999, para tornar possível a passagem de navios maiores.

O canal já foi alvo de muitas disputas políticas e hoje suas cargas representam 25% da economia do seu país. O poder absoluto sobre ele foi concedido pelos EUA em troca de benefícios e armamentos militares.

Embora o canal seja motivo de orgulho para os panamenses, há controvérsias sobre o prazo de entrega para a obra de alargamento do canal.

Assim como o futebol é orgulho para os brasileiros, no Panamá a conquista pelo controle do canal foi um triunfo. No Brasil enfrentamos um desafio pela frente de conseguir organizar e fazer acontecer a copa do mundo de 2014- nada mais justa para ao país do futebol-, já no Panamá o desafio é concluir as obras até o mesmo ano e sem ajuda internacional.

Restam três anos para que as obras que até então começaram, ou seguem lentamente serem concluídas e provar para as duas nações o valor do patriotismo.

Os donos do mundo descem sua cabeça para olhar a América Central e a América do Sul, torcendo para que algo de errado aconteça e suas generosas mãos sejam estendidas a nós ou a nossos amigos latinos.

Os interesses são de cunho financeiro e político e discretamente geram pequenos conflitos entre “os caras” lá de cima.

O futuro é uma caixa de surpresas e os paises emergentes seguem firme ruma ao primeiro mundo, seja por vias marítimas ou terrestres e cabe à seus habitantes simplesmente torcerem e se tudo der certo aplaudir o sucesso dessas missões, que mesmo diferentes seguem rumos parecidos.


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